Café da manhã na Goldman Sachs pensa caminhos para Filantropia e Transformação social no Brasil

Uma manhã de reflexões, trocas e exemplos de inovação na área social aqueceu a manhã fria de São Paulo no auditório da Goldman Sachs, patrocinadora do BrazilFoundation Gala SP. O debate “Filantropia e transformação social” contou com Angela Dannemann (Fundação Victor Civita), Tia Dag (Casa do Zezinho), e Paulo Leme (Goldman Sachs), homenageados no evento que acontece nessa quinta.

Andre Laport, presidente do banco, Patricia Lobaccaro, presidente da BrazilFoundation e Leona Forman, fundadora da organização, abriram o evento relembrando a história da BrazilFoundation, que, sem qualquer recurso inicial,  partiu de uma ideia de um grupo de brasileiros residentes em Nova York  motivados ajudar comunidades no Brasil, e na possibilidade da mudança de patamar de realizações da organização a partir da ampliação da rede de apoio e parcerias como esta, com a Goldman Sachs, que aposta nessa causa.

Paulo Leme, presidente do Conselho da Goldman Sachs, apresentou os investimentos sociais atuais da Goldman como exemplo de como organizações tem sido mais estratégicas em suas escolhas e como tem buscado a conscientização para o tema. A GS já investiu mais de 1.6 milhões em 100 instituições apoiadas non profit e filantropia como a 10.000 women.

Patricia Lobaccaro surpreendeu a todos com as perguntas: quem de vocês já doou para sua universidade? E para a praça próxima da sua casa? Surpreendeu, porque não temos a cultura da doação no Brasil, o que aconteceria se cada um fizer um pouco mais.

Para Angela Danneman, homenagear a fundação há exato um ano do falecimento de Roberto Civita é uma forma de relembrar seu legado e construir estratégias para a melhoria da educação no Brasil.

Tia Dagmar contou como a Casa do Zezinho começou, a partir de sua militância política e abrigo dado a filhos de desaparecidos na época da ditadura. A casa ficou pequena para tantas crianças e jovens e, graças a aposta de um investidor, a casa ganhou uma nova estrutura. “É preciso que a gente integre. Se não, a gente vai se desintegrar”, finalizou ela com uma salva de palmas

Após apresentações de casos, um debate com perguntas e respostas levantou questões relevantes para o setor e abriu possibilidades de novos caminhos e focos de atuação em 2014.

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